A vida se perde todos os dias
Um dia se esvai entre as 4 tábuas
A vaidade se ganha enquanto esse dia não vem…
Arrasterei ao longo da ribeira
os cabelos encanecidos varrendo poeiras
Descansarei na margem com os sapos,as rãs..
cortando o torpor das últimas manhãs.
Não verei as estrelas
Minha tela está sem cor
Voou o melro,o canto e o som
Fugiu o gato,a sombra e a fé
Fiquei eu o sapo e a rã.